Pedido por QR Code
Um QR na mesa, na quadra ou no balcão abre o cardápio no celular de quem está ali — sem instalar aplicativo e sem criar conta. O pedido cai na cozinha ou no bar na hora, e a conta fica visível para o grupo inteiro até a hora de pagar.
Quem recebe o dinheiro continua sendo a casa, no balcão. O Spotz não processa pagamento.
Quadra 3
Bar do Ginásio
Água com gás
EntreguePorção de batata
PreparandoCerveja long neck
Na filaVocê paga no balcão. A equipe registra ao receber.
Cada mesa, quadra ou balcão vira um ponto com QR próprio. O sistema imprime uma folha A4 por ponto, com o nome dele em corpo grande.
Abre o cardápio no navegador do celular. Não instala aplicativo, não cria conta, não digita senha.
Cada categoria do cardápio manda para a cozinha ou para o bar. A tela da estação é uma fila de três colunas: na fila, preparando, pronto.
O celular mostra o que foi consumido e quanto cada um deve. Ao tocar em fechar, a equipe é avisada e vai receber — dinheiro, Pix ou cartão, como a casa já recebe hoje.
Uma conta, vários celulares
No ponto configurado como conta compartilhada, quem escaneia diz o nome uma vez — e o celular guarda, para não perguntar de novo a cada rodada. Todo mundo enxerga a mesma conta, com quem pediu o quê.
Um item pode ser dividido entre as pessoas escolhidas, e o rateio é por cabeça. Quem vai embora no meio do jogo quita a própria parte e o resto continua aberto para quem ficou. Dois celulares mexendo na mesma divisão ao mesmo tempo é caso normal: quando a divisão já mudou, o sistema recusa e explica, em vez de apagar a escolha do outro.
Com a cobrança no balcão, a unidade de pagamento é a pessoa inteira: dá para receber a parte do Rafa, não para separar três itens dele.
Quem está nesta conta
Rafa
4 itens
Bia
2 itens
Caio
3 itens
Cada pessoa da equipe vê só as áreas que você liberar para ela — cozinha, balcão, retirada, cardápio ou ocupações. A trava é da rota, e não só do menu.
Cada categoria do cardápio aponta para uma estação. A tela é uma fila de três colunas e um toque avança o item: na fila, preparando, pronto. Quem está na cozinha não vê dinheiro nem chamada de mesa.
A fila de pedidos que esperam pagamento fica no topo, com o botão de "Recebi" que libera os itens para a cozinha e registra a forma no mesmo gesto. Embaixo, as contas abertas e as chamadas de atendente.
O pedido para buscar no balcão ganha um código de seis caracteres, sem letras que se confundem com número. O operador lê pela câmera do navegador ou digita. Dar baixa duas vezes no mesmo código é recusado, com a hora da primeira.
Os motivos são cadastrados pela casa, com campo livre embaixo. A chamada aparece no balcão e some quando alguém baixa. Enquanto uma está pendente, o mesmo ponto não empilha outra.
Esgotar um item, corrigir o preço na própria linha ou criar um produto sem sair da tela. Acabou a batata, ela some do celular de quem está com a tela aberta no mesmo segundo. Produto não se apaga, se desativa — o histórico de venda continua.
Três abas: o que está acontecendo agora, o que entrou hoje e o consumo por ponto. Ticket médio, faturado do dia por forma de pagamento e por área, e a lista de pontos ocupados há mais de vinte minutos sem nenhum pedido.
A implantação é um assistente de cinco passos — pontos, cardápio, imprimir o QR, primeiro pedido e equipe — e o progresso sai do que já existe na base, e não de uma lista que alguém marca.
De 0% a 30%, escolhida pela casa. Zero desliga. O valor aparece discriminado no carrinho ANTES de a pessoa tocar em enviar — o botão não promete um número e a conta cobra outro.
Abrir às 18h e fechar às 2h é caso normal, não gambiarra. Com a casa fechada o cardápio continua visível, para quem chegou cedo ver o que vai ter, mas o pedido não entra.
Escrever "Quadra" e "4" cria Quadra 1 a Quadra 4 de uma vez, até quarenta. Cada ponto decide se leva até o cliente, se ele busca no balcão ou se ele escolhe, e se a conta é compartilhada.
Uma folha A4 por ponto, com o nome da casa, o nome do ponto em corpo grande e a instrução de apontar a câmera. Sai direto da tela de pontos, a qualquer momento.
A foto é enviada num toque e redimensionada no próprio navegador. Item sem foto vira um bloco neutro, e nunca imagem quebrada.
O nome que o cliente lê, um recado de boas-vindas no topo do cardápio e o WhatsApp da casa, para quem chegou fora do horário ter com quem falar.
Onde o dinheiro entra
O cliente monta o pedido e fecha a conta pelo celular; daí em diante a equipe é avisada e vai receber como já recebe hoje — dinheiro, Pix ou cartão. Quem registra a forma é quem recebeu, na tela do balcão, e o sistema recusa fechar a mesma conta duas vezes.
Não há maquininha integrada, gateway, split nem conciliação. Pagar pelo aparelho do cliente depende de uma integração de cobrança que ainda não está ligada, e enquanto não estiver o Spotz não mostra tela de pagamento nenhuma para o cliente.
A proteção de quem não recebe antes
A casa pode exigir que o pedido seja pago antes de ir para o preparo. Nesse modo o item nasce travado e a cozinha nem o enxerga: o celular mostra o número, a pessoa leva ao balcão, e o toque em Recebi registra a forma e solta o pedido no mesmo gesto.
Pedido travado que ninguém veio pagar é cancelado pelo balcão, e não entra no faturado do dia.
Para quem também aluga quadra
Quem tem a agenda do Kourtz na mesma casa ganha a ligação pronta: o QR recusa pedido fora da locação, o primeiro pedido confere o código da reserva, e o balcão vê numa tela só quanto falta do aluguel e quanto falta do consumo. Receber o aluguel por ali cai no mesmo caixa da agenda.
São assinaturas separadas. O Spotz funciona inteiro num bar que não aluga quadra nenhuma.
Ele cuida de uma coisa: o cliente pedir sozinho e a conta chegar certa no balcão. Não é sistema de gestão de restaurante, e não vale a pena fingir que é.
O que estiver na lista continua no lugar onde já está hoje. Se alguma daquelas linhas for indispensável para a sua casa, é melhor descobrir agora do que na semana da implantação.
Não faz parte do produto
Não. O QR abre uma página no navegador do celular. Não tem aplicativo, não tem cadastro e não tem senha. Em conta compartilhada ele digita o próprio nome uma vez, e o aparelho guarda para não perguntar de novo.
Ainda não. Ele fecha a conta pelo celular e a equipe é avisada para ir receber; quem registra a forma é quem recebeu, no balcão. Pagamento no aparelho depende de uma integração de cobrança que ainda não está ligada, e até lá o Spotz não mostra tela de pagamento para o cliente.
Não. As telas de cozinha, balcão e retirada abrem no navegador de qualquer computador, tablet ou celular. A leitura do código de retirada usa a câmera do próprio navegador — não é coletor.
A tela do cliente avisa que o que está nela pode estar desatualizado, em vez de mostrar número velho como se fosse de agora, e volta a atualizar sozinha. O pedido só existe depois que o servidor confirma.
Dá. Um ponto já é o produto funcionando, e ele pode ser configurado para retirada no balcão, com código de seis caracteres, sem ninguém levando nada até ninguém.
Não. Cada pessoa recebe as áreas dela — cozinha, balcão, retirada, cardápio ou ocupações — e quem está na cozinha não vê conta, valor nem chamada de mesa. A trava é da rota, e não só do menu.
Crie o ponto, marque meia dúzia de itens no cardápio, imprima a folha e cole na mesa. Dá para ver o primeiro pedido cair na cozinha antes de decidir pela casa inteira.
Criar conta